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CASO CLÍNICO 7



Um jovem de 36 anos, chega ao serviço de urgência em status epilético. Os familiares referem que é epilético e que não tem feito o tratamento com regularidade. O médico decide administrar DIAZEMPAM para comtrolar as convulsões.



Via de administralão: intavenosa

Forma farmacêutica: solução aquosa



Vamtagens: útil para situações de emergência, permite controke rigoroso da dose, efeito rápido sem sofrer os incovinientes de uma absorção. permite a administradção de fármacos que não são absorvidos por outras vias e de grande volume de léuidos.



Desvantagens: uma ves administrado o fármaco não se pode retirar do orgnismo. Não é adequado para substâncias oleosas ou substâncias insoluveis. É uma via complexa e cara (pessoal/material). É dolorosa e envolve risco de colapso cardiorespiratório, reacções anafiláticas e embolias gasosa ou gorda. pode levar a infecções por contaminação do amterial (hepatite viral, sepsis, SIDA). Pode surgir trombolflebite por irritação local. não é auto administrável.



Técnica de administração: lavar as mãos, explicar aos familiares da doente o que vai fazer, desinfectar a fossa cubital (ou a outra veia de grande calibre - dorso da mão), aplicar um garrote no meio do braço, escolher uma veia adeuqda, cateterizar a veia com uma cânula intravenosa, inserigar-a numa inclinação de 35 graus, aspirar para certificar que está no interior da veia, libertar o garrote, injectar lentamentente o farmaco precionar a borracha do sitema de perfusão, retirar rapidamente a agulha. Colocar uma bola de algodão com desinfectante fixando-o com uma tira adesiva. verificar a reacção do doente.



Recomendações: observar as normas de assepsia. Ter material de reanimação para caso de complicações. A doente deve permanecer em observação algumas horas.

A observação do farmaco por esta via depende por definição na administração endovenosa não há, obsorção pois o fármaco é colocado directamente na circulação sanguinea.